“Algumas verdades são difíceis de ouvir porque, se você realmente as ouvir, e entender que elas são realmente verdade, então você tem que mudar. E mudar pode ser muito inconveniente”.

Postado por: Em algum lugar do mundo... às 14h53
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Para amenizar o cansaço de fim de ano....

PARA OS QUE VIRÃO

Como sei pouco, e sou pouco,
faço o pouco que me cabe
me dando inteiro.
Sabendo que não vou ver
o homem que quero ser.

Já sofri o suficiente
para não enganar a ninguém:
principalmente aos que sofrem
na própria vida, a garra
da opressão, e nem sabem.

Não tenho o sol escondido
no meu bolso de palavras.
Sou simplesmente um homem
para quem já a primeira
e desolada pessoa
do singular - foi deixando,
devagar, sofridamente
de ser, para transformar-se
- muito mais sofridamente -
na primeira e profunda pessoa
do plural.

Não importa que doa: é tempo
de avançar de mão dada
com quem vai no mesmo rumo,
mesmo que longe ainda esteja
de aprender a conjugar
o verbo amar.

É tempo sobretudo
de deixar de ser apenas
a solitária vanguarda
de nós mesmos.
Se trata de ir ao encontro.
( Dura no peito, arde a límpida
verdade dos nossos erros. )
Se trata de abrir o rumo.

Os que virão, serão povo,
e saber serão, lutando.
THIAGO DE MELLO



Postado por: Em algum lugar do mundo... às 11h43
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estou em belo horizonte!!! não vou poder aproveitar nada das coisas que gosto na cidade, pra variar.... não vai dar tempo nem de ir na feira de artesanato gigantesca que está rolando no expominas... ouvi dizer que está maravilhosa!!!

de compensação, só mesmo os gatinhos argentinos que estão por aqui...hahahah.... tudo sempre tem um aldo bom!!!!



Postado por: Em algum lugar do mundo... às 14h14
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eu adoro viajar... mas o período pré-viagem me mata... esse negócio de ter que fazer back-up de tudo.. de tentar lembrar de tudo que precisa levar... isso me cansa e me irrita profundamente.... sempre fico com a sensação de que esqueci o principal... o que geralmente ocorre mesmo!!!

Postado por: Em algum lugar do mundo... às 16h28
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arrumando as coisas pra mais uma temporada fora...



Postado por: Em algum lugar do mundo... às 16h27
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Mude & Marque

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se
alguém  colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília,
sem portas ou  janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do
tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as
reações  internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de
sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de
passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais
e da repetição de eventos cíclicos, como o  nascer e o pôr do sol.

Compreendido  este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso
cérebro é  extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo
trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar
conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é
automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando
você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para
compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo,  ele vai simplesmente
colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências
duplicadas.

Se você  entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o
tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez
mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa
atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia  dirigimos trocando
de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular
ao mesmo tempo. Como acontece?
 Simples: o cérebro já sabe o  que está escrito nas placas (você não lê com
os olhos, mas com a imagem  anterior, na mente); O cérebro já sabe qual 
marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no
lugar de repetir realmente a experiência).
Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a
 mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa...
são  apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando  você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a
experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir
- as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão,
reclamações...  enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente
parar e pensar de  verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e
cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de
novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras
palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... r-o-t-i-n-a.
Não me entenda mal. A rotina  é essencial para a vida e otimiza muita coisa,
mas a maioria das pessoas ama  tanto a rotina que, ao longo da vida, seu
diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente  há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e
Marque).
Mude,  fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou
registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias
sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no
seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a  rotina) e sempre faça festas de aniversário
para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de
momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo,
bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite
parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do
cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá
a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo. Escolha roupas
diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências
diferentes. Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá  com seu
marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras
culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos...
em outras  palavras... V-I-V-A.
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais
longo.
E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e
buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais
interessante e muito mais v-i-v-o do que a maioria dos livros da vida que
existem por aí.
Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares
diferentes, com religiões diferentes e que gostam  de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade,
emoção, rituais e vida!

Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal Estado de São Paulo)


Postado por: Em algum lugar do mundo... às 09h48
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arrumando as malas... pela enésima vez neste ano... destino: rio-ni-bh... vou na quarta cedinho e só volto no dia 27... to cansada, mas não pra viajar... quase nunca estou cansada pra viajar...

Postado por: Em algum lugar do mundo... às 16h34
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Postado por: Em algum lugar do mundo... às 10h34
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Fabio Souza de Sa Teles

Vestimenta da Alma



Abotoe as suas lágrimas e tampe os seus olhos,
não brincaremos mais de cobra cega,
pois eu lhe mostrarei onde está.
Guarde o seu passado em um porão,
E apenas durma como se fosse criança.
Só precisamos da voz
do que resta de amigos,
serenizada no grito de nossas mentes,
só precisamos de alguns minutos,
para esquecer...
e um banquete de risos para podermos sorrir contentes.
seja livre
assim como a galeria de fotos de seu guarda roupa, abaixe os volumes 
do som das mentiras...
Não brigue comigo e apenas me ouça.
Que tudo não começou... e tampouco foi terminado.
Que tudo que é lindo, nunca se encontra no mapa.
E todas as coisas nobres são tristes
Mas pelo menos esta noite, veremos o dia amanhecer
E eu quero estar em seus braços,
mesmo que não estejam mais abertos pra mim.


Postado por: Em algum lugar do mundo... às 10h33
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EU ODEIO SÃO PAULO.

Isso é tudo.... ao menos depois de ter sido roubada pela segunda vez em menos de dois meses...



Postado por: Em algum lugar do mundo... às 09h24
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Garota: James Woods Marshall